quinta-feira, 30 de abril de 2015

Ch. 1: The Price of Fear

It's weird how, sometimes, all your strength is on the hands of someone who's not you. 
It ain't good when you feel lonely wherever you are, 'cause you ain't you anymore, you feel like an empty body, whose soul has been stolen by someone else. Not sure if stolen is the right word, 'cause maybe you gave your own soul in trade of something, something you may not receive, something that don't depend on you, it's a risk.
I wish that he could rinse all your fear out, and make it go straight to the drain, but it may never happen, I know that the fear ain't outside anymore, the fear is inside, there's fear everywhere.
He could probably take that fear out of you, if he were there for you, but, if he is not, you better take this out for yourself, but the fear will never come alone, it has to drag something from you, it's the price that you have to pay.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Quimera

E nessa encenação
Onde cada um de nós
É seu faustoso leão
Continuamos trilhando 
Esse tortuoso caminho
De um pêndulo que vai
Do sim, ao não.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Recapitulando

No meu último “texto”, Ócio, eu disse que precisava sair um pouco de casa, fazer novos amigos e também pontuei que talvez eu pudesse conhecer pessoas fantásticas: eu conheci! Conheci pessoas maravilhosas que me fizeram entender o quão divertida a vida pode ser. Além disso, fui capaz de “reconhecer” pessoas que eu já havia conhecido. Essa experiência de “reconhecimento” (leiam como "conhecer de novo") foi muito boa e me deixou no chão, literalmente.

No meu penúltimo texto, Destino, eu disse exatamente isto:  “Nunca fui muito dessas coisas de destino, horóscopo, lei da atração ou outras formas usadas pra definir o que eu achava que eram apenas coincidências.” (SALLES, 2012). Não lembro ao certo o motivo que me levou a escrever isso quando eu ainda estava no ensino médio, mas posso afirmar: AS COISAS MUDARAM! Agora eu levo horóscopo a sério, lei da atração nem se fala.
Logo após, o texto Procrastinação mostra que algumas coisas simplesmente não mudam, por mais que a gente queira que mudem
.
100 título expressa um pensamento que costumava ser muito frequente na minha cabeça, o de “perder o rumo da vida”. Com o passar do tempo, tenho compreendido que não se trata de “perder o rumo” e sim de “encontrar novos caminhos”. Pude entender também que eu gosto muito disso de “encontrar novos caminhos”, ainda que, às vezes, eu sinta que não estou saindo do lugar.

O texto de 26 de junho de 2012 traz um tópico que me surpreendeu muito: o Ego. Foi impressionante ver que eu já escrevia sobre algo que viria a me incomodar tanto (destino?) e me lembrou de nunca ser um desses balões tão cheios. 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Ócio

Estou ocioso pois estou sem facebook, talvez eu saia de casa por causa disso. Talvez eu faça novos amigos e conheça pessoas fantásticas. Talvez eu reconheça as pessoas fantásticas que conheci um dia.

sábado, 18 de agosto de 2012

Destino


  Nunca fui muito dessas coisas de destino, horóscopo, lei da atração ou outras formas usadas pra definir o que eu achava que eram apenas coincidências.
(Acabou o texto aqui, acabaram as ideias, mas você pode continuar ele do jeito que achar melhor).
 

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Procrastinação

  Parece que depois que descobri o significado dessa palavra ela se fez mais presente na minha vida. Acordo pensando no que vou fazer, passo o dia pensando em começar a fazer, vou dormir pensando no que não fiz.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

100 Título

  Acho que todo mundo perde o rumo da vida às vezes. Todo mundo pensa "amanhã eu vou mudar". Acabamos esperando, uma oportunidade, uma chance, qualquer coisa. Tô esperando essa página em branco se encher de palavras.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Ego


   Não tenho certeza se li isso em algum lugar ou se eu criei essa idéia.

  Pra mim, o ego é como um balão, algumas pessoas tem esse balão tão cheio, mas tão cheio, que precisam esvaziar ele bem na cara de outras pessoas, já alguns tem esse balão tão vazio, mas tão vazio, que se contentam com qualquer pequeno sopro, são desesperados por bajulação (elogios fúteis, da boca pra fora).
  Alguns, mesmo tendo o balão quase vazio, fazem questão de apertá-lo para poder espalhar um pouco de suas glórias aos ventos, quem sabe assim, alguém que também tenha o balão vazio, não venha dar um sopro.
  Já alguns possuem balões diferentes, que parecem infinitos, o ar entra, entra, e nunca sai. Alguma vez ou outra o ar escapa um pouco, normal, uma vez, ou outra. Esses balões alguém sempre faz questão de encher.

  Não sei se vocês entenderam. Eu entendi mais ou menos, na minha cabeça ficou ótimo.