No meu último “texto”, Ócio, eu disse que precisava sair um
pouco de casa, fazer novos amigos e também pontuei que talvez eu pudesse conhecer
pessoas fantásticas: eu conheci! Conheci pessoas maravilhosas que me fizeram
entender o quão divertida a vida pode ser. Além disso, fui capaz de “reconhecer”
pessoas que eu já havia conhecido. Essa experiência de “reconhecimento” (leiam como "conhecer de novo") foi muito boa e me deixou no chão,
literalmente.
No meu penúltimo texto, Destino, eu disse exatamente isto: “Nunca fui muito dessas coisas de destino,
horóscopo, lei da atração ou outras formas usadas pra definir o que eu achava
que eram apenas coincidências.” (SALLES, 2012). Não lembro ao certo o motivo
que me levou a escrever isso quando eu ainda estava no ensino médio, mas posso
afirmar: AS COISAS MUDARAM! Agora eu levo horóscopo a sério, lei da atração nem
se fala.
Logo após, o texto Procrastinação mostra que algumas
coisas simplesmente não mudam, por mais que a gente queira que mudem
.
100 título expressa um pensamento que costumava ser muito frequente
na minha cabeça, o de “perder o rumo da vida”. Com o passar do tempo, tenho
compreendido que não se trata de “perder o rumo” e sim de “encontrar novos
caminhos”. Pude entender também que eu gosto muito disso de “encontrar novos
caminhos”, ainda que, às vezes, eu sinta que não estou saindo do lugar.
O texto de 26 de junho de 2012 traz
um tópico que me surpreendeu muito: o Ego.
Foi impressionante ver que eu já escrevia sobre algo que viria a me incomodar tanto
(destino?) e me lembrou de nunca ser um desses balões tão cheios.
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