sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Recapitulando

No meu último “texto”, Ócio, eu disse que precisava sair um pouco de casa, fazer novos amigos e também pontuei que talvez eu pudesse conhecer pessoas fantásticas: eu conheci! Conheci pessoas maravilhosas que me fizeram entender o quão divertida a vida pode ser. Além disso, fui capaz de “reconhecer” pessoas que eu já havia conhecido. Essa experiência de “reconhecimento” (leiam como "conhecer de novo") foi muito boa e me deixou no chão, literalmente.

No meu penúltimo texto, Destino, eu disse exatamente isto:  “Nunca fui muito dessas coisas de destino, horóscopo, lei da atração ou outras formas usadas pra definir o que eu achava que eram apenas coincidências.” (SALLES, 2012). Não lembro ao certo o motivo que me levou a escrever isso quando eu ainda estava no ensino médio, mas posso afirmar: AS COISAS MUDARAM! Agora eu levo horóscopo a sério, lei da atração nem se fala.
Logo após, o texto Procrastinação mostra que algumas coisas simplesmente não mudam, por mais que a gente queira que mudem
.
100 título expressa um pensamento que costumava ser muito frequente na minha cabeça, o de “perder o rumo da vida”. Com o passar do tempo, tenho compreendido que não se trata de “perder o rumo” e sim de “encontrar novos caminhos”. Pude entender também que eu gosto muito disso de “encontrar novos caminhos”, ainda que, às vezes, eu sinta que não estou saindo do lugar.

O texto de 26 de junho de 2012 traz um tópico que me surpreendeu muito: o Ego. Foi impressionante ver que eu já escrevia sobre algo que viria a me incomodar tanto (destino?) e me lembrou de nunca ser um desses balões tão cheios. 

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